Numa sociedade influenciada pelo pós-modernismo; onde as palavras têm um novo significado, pode ser difícil discernir entre intimidade e falta de respeito no relacionamento com Deus.
É possível o pêndulo balançar entre uma oração fria, num português formal, cheio de vocativos: "Ó,Senhor!”, e uma oração abusiva, tratando Deus como um simples coleguinha: “Anota aí Deus”; “Oi, cara aí de cima”.
Deus é nosso Pai e também o Soberano Senhor. Ele não olha a aparência, o exterior, mas sim o interior, o coração. Contudo, isso não significa que o padrão foi diminuído. Pelo contrário, os frutos mostram o coração e o motivo que impulsiona a fazer o que estamos fazendo.
O fato do véu do templo ter sido rasgado de alto a baixo, não significa que agora se pode chegar a Deus de qualquer maneira, e sim, que o requisito máximo e exclusivo da Santidade de Deus havia sido cumprido no sacrifício de Jesus. Lutzer disse: “Na cruz vemos a monstruosidade do pecado humano e o grande amor de Deus”. Só é possível através de Jesus!
Lembremos que somos pecadores, que Jesus é o Cordeiro de Deus e o Leão de Judá. Aquele que foi julgado injustamente pelos homens, e que julgará justamente todos os homens. Precisamos aprender a buscar intimidade com Deus e demonstrar respeito à Sua Pessoa. “O temor do Senhor é o princípio de sabedoria”.
Jesus disse: “Já não vos chamareis servos, mas amigos...” (Jo 15:15). Isso não quer dizer que Ele deixou de ser Senhor e é apenas amigo. O versículo 14 diz: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”. Valorizemos a intimidade e o respeito a Deus!
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